Londres, Reino Unido – 25 de junho de 2024 – O iibanks tem o prazer de anunciar que o Sr. Sohail Sultan, CEO do iibanks, foi premiado como CEO do Ano no sector financeiro pela European CEO. Este prestigioso reconhecimento sublinha a liderança exemplar, a vasta experiência e as contribuições significativas do Sr. Sultan para o sector financeiro.

O júri do European CEO ficou particularmente impressionado com a extensa e distinta carreira do Sr. Sultan no sector dos serviços financeiros. Sohail tem 30 anos de experiência no sector dos serviços financeiros, adquirida em importantes instituições financeiras multinacionais.

“Pediram-me também que vos transmitisse que, ao efectuarem as devidas diligências e ao tomarem a sua decisão final, o painel de jurados ficou imensamente impressionado com o Sr. Sohail Sultan em vários aspectos”, declarou o painel de CEO europeus.

“Em primeiro lugar, com a imensa e impressionante experiência de alto nível do Sr. Sohail Sultan no sector dos serviços financeiros, incluindo o início da sua carreira no Citibank, aqui em Londres, e, subsequentemente, alcançando a posição não só de Chefe de Desenvolvimento de Produtos Globais para Instituições Financeiras, mas também de Chefe de Finanças Estruturadas para a Ásia-Pacífico.”

Iniciando a sua carreira no Citibank em Londres, o Sr. Sultan subiu rapidamente na hierarquia para se tornar o Diretor de Desenvolvimento de Produtos Globais para Instituições Financeiras, Diretor de Finanças Estruturadas para a Ásia-Pacífico e Diretor de Arbitragem de Produtos Estruturados Europeus Transfronteiriços em seis anos. As suas funções incluíam a gestão de processos e riscos, a geração de receitas, a inovação de produtos e a execução de negócios na Europa, nas Américas, em África e no Extremo Oriente.

Posteriormente, o Sr. Sultan trabalhou no Barclays Capital, em Londres, durante nove anos, ocupando cargos superiores, incluindo o de Diretor-Geral. Durante o seu mandato, foi responsável pela expansão da atividade de mercados de capitais estruturados da empresa para além do Reino Unido, na América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico.

Após a sua passagem pelo Barclays, prestou serviços de consultoria para projectos de infra-estruturas de capital privado no Sul da Ásia, no Médio Oriente e no Reino Unido na Cobussen and Partners, desenvolvendo uma carteira de investimentos estruturados com investidores privados e institucionais.

“O painel de jurados também ficou muito satisfeito por saber que o Sr. Sultan, nos seus 30 anos de experiência, ocupou cargos de chefia no Barclays Capital, incluindo o de Diretor-Geral, além de ter trabalhado na Cobussen and Partners, onde prestou serviços de consultoria especializada”. continua a declaração.

O painel destacou a contínua demonstração de liderança do Sr. Sultan, as suas realizações e a sua ambição de expansão do iibanks como factores cruciais na sua decisão. “Do ponto de vista do júri, a liderança que o Sr. Sohail Sultan continua a demonstrar, combinada com a sua experiência, realizações e ambição para o grupo no que diz respeito à expansão, foram factores importantes com os quais os outros candidatos pré-seleccionados não conseguiram competir.”

Este reconhecimento pelo CEO europeu é um testemunho da dedicação do Sr. Sultan e do espírito inovador que ele traz para o iibankss. A sua liderança tem sido fundamental para impulsionar o crescimento e o sucesso da empresa num panorama financeiro cada vez mais competitivo.

Novo Banco sai de Cabo Verde após venda a grupo do Bahrein

A instituição financeira vendeu os 10% que ainda tinha no iib CV ao grupo do Golfo Pérsico que detém os outros 90%, revela o “chairman” da “holding” em entrevista ao Negócios. Novo Banco não comenta.

O Novo Banco vendeu a participação de 10% que tinha no cabo-verdiano iib CV ao grupo que já detém o restante capital da instituição financeira, revela o “chairman” do iib Group, Sohail Sultan (na foto), em entrevista ao Negócios, sem avançar o valor da operação.

“O Novo Banco tinha o direito, que exerceu no final do ano passado, de vender-nos a participação. A transação foi concluída há uma semana”, afirma Sohail Sultan. “Agora temos 100%”, conclui. Contactado pelo Negócios, o Novo Banco não comenta.

O grupo, que tem bancos no Médio Oriente, África Ocidental e Oriental e nas Caraíbas – e que tem manifestado a intenção de comprar um banco em Portugal – não vai, no entanto, ficar com a totalidade do capital do iib CV permanentemente. “A nossa intenção é abrir o capital social da entidade cabo-verdiana e atrair outros investidores internacionais, bem como investidores locais”, diz Sohail Sultan. Quanto? “A nossa intenção é ver se conseguimos vender os 10% que adquirimos”, acrescenta, explicando que “na medida em que necessitamos de capital adicional em algum momento no futuro, consideraríamos potencialmente emitir mais ações e abrir ainda mais o capital. Mas neste momento, não é uma prioridade e todos os requisitos de capital para o banco estão a ser cumpridos pelo grupo ou a ser gerados através do sucesso da operação”, diz.

Quanto a perfis dos eventuais compradores da participação minoritária que quer alienar, o “chairman” do iib Group manifesta que gostaria de “ter acionistas em Cabo Verde que pudessem apoiar o crescimento e expansão contínuos do banco. Não só em Cabo Verde, mas também nos países de língua portuguesa e africana onde operamos”, continua. A estratégia do grupo do Bahrein passa por aproveitar oportunidades em mercados onde a banca europeia tem diminuído a atividade, por vontade própria ou pressão regulatória.

O iib CV conseguiu, em 2023, o lucro mais alto de sempre: 6 milhões de euros, 55% acima do resultado do ano anterior.

BCA é caso encerrado?

As ambições do grupo do Golfo Pérsico para Cabo Verde sofreram um revés em março passado, quando viram preterida a sua proposta de compra de quase 60% do capital do Banco Comercial do Atlântico (BCA) à Caixa Geral de Depósitos (CGD), negócio no qual a instituição financeira pública portuguesa encaixou cerca de 16 milhões de euros. O vencedor da corrida foi a Coris Holding, que tem sede no Burkina Faso.

O negócio aguarda luz verde dos bancos centrais dos dois países e Sultan manifesta desde já abertura para voltar ao dossiê caso a operação acabe por não chegar a bom porto. “Em última análise, caberá aos reguladores determinar se a venda do BCA pela Caixa Geral de Depósitos à Coris é aprovada ou não. Se, por qualquer motivo, isso não acontecer, estamos prontos para participar novamente no processo e esperamos poder ter sucesso na próxima vez”, atira, insistindo que “se houver alguma preocupação em relação ao processo de venda, teremos todo o gosto em voltar a interagir com a CGD para ver se existe a possibilidade de a venda ser feita a nós próprios”. Nesse cenário, o desfecho do BCA e do iib CV estão traçados: serão fundidos num só.

Balanço em crescimento

O iib Group, refletindo a evolução do sistema financeiro global, teve um ano de 2023 positivo. O grupo do Bahrein não divulga os números do negócio, mas Sohail Sultan avança que o balanço cresceu 10% a 15% em base consolidada face a 2022. Em parte graças ao desempenho do banco em Cabo Verde. “Quando comprámos o iib CV, era um banco problemático. Era o menor banco do país. Até ao final do ano passado, provavelmente seremos, em termos de ativos, o terceiro maior banco”, realça.

Para o conjunto dos bancos do grupo, Sultan prevê um 2024 mais positivo do que o ano passado e um abrandamento em 2025.

Os três nomes e três donos da história do atual

iib CV O atual iib CV já teve outros dois nomes e donos. A instituição financeira que fez parte do universo Espírito Santo (até 2015 teve o nome BES Cabo Verde) fez parte dos ativos herdados pelo Novo Banco no processo de resolução do BES. Em novembro daquele ano seria rebatizada para Banco Internacional de Cabo Verde (BICV). Dois anos mais tarde, a instituição financeira portuguesa chegaria a acordo com o iib Group para a alienação de 90% do capital, mantendo o direito de exercer o direito de venda dos restantes 10%, coisa que viria a fazer no final de 2023, adianta o “chairman” do grupo do Bahrein.

Contactado pelo Negócios, o Novo Banco não comenta – nem desmente. A entrada do iib Group no capital foi concretizada em 2018, depois de a tentativa de venda pelo Novo Banco a José Veiga ter falhado.

iib apresenta proposta pelo BNI. “Queremos estar na Europa”

Falhada a compra do Banco Comercial do Atlântico (BCA) à Caixa Geral de Depósitos (CGD), o iib Group continua a aposta dupla no crescimento orgânico e através de aquisições.

Falhada a compra do Banco Comercial do Atlântico (BCA) à Caixa Geral de Depósitos (CGD), o iib Group continua a aposta dupla no crescimento orgânico e através de aquisições. Reiterando o desejo de entrar no mercado europeu via Portugal, o “chairman” Sohail Sultan avança que já fez uma proposta de compra ao BNI Europa, cujo perfil – presença em África e no velho continente – entronca nos objetivos do grupo para a Europa e em território africano.

O BNI procura comprador. Está interessado?

Participámos no processo inicial e estamos a aguardar para ver como o vendedor decide levar o processo adiante. Pelo que sabemos, eles receberam uma série de propostas e estão a analisá-las. Desde o início deixamos claro que temos interesse em adquirir um ativo financeiro regulado em Portugal. Haverá uma série de considerações na determinação do ativo apropriado. Na medida em que pudermos adquirir um banco em Portugal, estaríamos interessados em fazê-lo.

Fez uma proposta específica de aquisição do banco?

A primeira fase exigiu ofertas indicativas por parte dos proponentes. Vários licitantes apresentaram propostas, incluindo o iib. Neste momento, ainda estamos à espera para ver como o vendedor pretende progredir, se é que o fará.

Pode divulgar os números da proposta?

Não neste momento.

Quando espera saber se a proposta do iib Group vai à segunda fase?

Não recebemos nenhuma indicação. Acredito que haja apenas um punhado de propostas internacionais.

O BNI está em Portugal, mas tem uma ligação muito forte e óbvia a Angola. Como é que se enquadra na vossa estratégia global?

Resumiu bem. É um ativo interessante e, se houver uma oportunidade de avançar na discussão com o vendedor, ficaríamos muito felizes em fazer isso porque o BNI possui essas duas características.

Se a vossa proposta não tiver o desfecho que espera, que outras oportunidades pode analisar?

Não existem muitas oportunidades neste momento, mas continuamos atentos, na medida em que um banco se torne disponível a um preço que consideremos sensato, para ver se conseguimos de facto concluir uma transação.

Como é que a compra de um banco em Portugal é compatível com a estratégia geral do grupo, que até agora está focado em África, nas Caraíbas e no Médio Oriente?

O que Portugal, ou mais especificamente uma instituição financeira regulada pela União Europeia, nos permitiria é um grau de conectividade internacional para operações bancárias eficazes no espaço dos mercados emergentes que ocupamos atualmente. Sendo regulados na Europa, teríamos efetivamente acesso aos sistemas europeus de pagamentos, que claramente são valiosos para qualquer instituição financeira que opere no espaço bancário dos mercados emergentes. Portanto, penso que isso seria um fator de grande atração para nós, em termos de ter um ativo regulado no espaço europeu. Mas, além disso, vemos aqui claramente oportunidades para desenvolver a nossa atividade bancária comercial num mercado europeu mais amplo, possivelmente a partir de uma entidade regulada portuguesa.

Para simplificar: além das geografias onde já está presente, gostaria de operar na Europa?

Sim.

‘As Aldeias Infantis SOS, em São Domingos, conseguiram, nos últimos anos, melhorar as condições de alimentação, educação e saúde para as crianças que acolhe, com o apoio do international investment bank (iib), que concedeu uma obrigação social em mais de três milhões de esucodos.’

Através da obrigação social “iib Solidary Indexed Bond Série B (2,95% + SOS) – 2022 | 2024”, o banco tem contribuído para a estabilidade financeira e para o bem-estar das comunidades em risco apoiadas pela organização, em particular da Aldeia SOS de São Domingos, em Santiago, conforme avança, em comunicado.

“A obrigação social do iibCV foi emitida com o objetivo de destinar uma parte da remuneração dos fundos à Aldeia SOS de São Domingos, contribuindo para apoiar a organização com as despesas essenciais, incluindo despesas familiares, educacionais e de saúde”, aponta.

31% das despesas essenciais

O valor disponibilizado, segundo a mesma fonte, corresponde a 31% do orçamento anual das despesas essenciais da Aldeia SOS de São Domingos, num total de 3 200 000 CVE, dos quais tinham sido utilizados, até setembro de 2023, 705 905 CVE, o que corresponde a 22% do valor total.

“O montante permitiu melhorar as condições habitacionais de uma das casas da Aldeia SOS de SãoDomingos, bem como apoiar despesas familiares – alimentação, limpeza, vestuário e despesas operacionais –, de educação e de saúde”, precisa o banco.

Impacto enorme

Alcides Moreira, diretor da Aldeia SOS São Domingos, reconheceu a importância e o sucesso desta iniciativa, com efeitos imediatos e a longo prazo.

“O impacto do apoio concedido pelo iibCV é enorme e com efeito imediato e a médio prazo, permitindo melhorar a alimentação das nossas crianças, proporcionar férias diferentes, com a oportunidade de frequentarem a academia de artes Cesária Évora, entre outras atividades”, elencou o responsável.

Na mes­ma linha, acrescentou, foi possível custear transportes para que as crianças fizessem ati­vidades em parceria com a Universidade de Cabo Verde, no âmbito da partici­pação no programa Uni-CV kids.

Estudos em Portugal

“Este apoio também permitiu que, no último trimestre, mais seis jovens nossos conti­nuassem os seus estudos em Portugal. Foi, ainda, possível melhorar as con­dições de uma das nossas casas, melhorando o acolhimento das nossas crianças e jovens”, referiu.

O impacto do Social Bond, segundo a directora de Capital Humano e Responsabilidade Social do iib, Leida Semedo, reflete o “compromisso do banco com a sustentabilidade e com a responsabilidade social, com um foco especial no bem-estar das crianças e jovens de Cabo-Verde”.

O iibCV inaugura, no próximo dia 01 de Março, um novo posto de atendimento do na agência dos Correios de Cabo Verde em Espargos, na Ilha do Sal.

“Este momento é fruto de uma parceria sólida e promissora, resultado de um Protocolo assinado entre estas duas instituições. O acordo tem por objectivo o estabelecimento de relações de parceria comercial entre as partes e prevê que os Correios de Cabo Verde, nos balcões de Mindelo, Praia, Espargos e Santa Maria, em representação do iibCV, prestem os serviços parabancários, nomeadamente através da cedência de um espaço físico onde o iibCV possa instalar uma plataforma de acesso a serviços bancários via canal eletrónico”, diz o banco num comunicado de imprensa.

A cerimônia de inauguração contará com a presença de membros da equipa executiva de ambas as empresas.

Este novo posto, de acordo com a mesma fonte, vai permitir a movimentação/compensação de saldos por via de Depósito e Levantamento; Depósitos e levantamentos, ainda que acima do limite disponibilizado, mediante pré-aviso e autorização pelo iib; Possibilidade de solicitação bem como entrega de cartões de débito e crédito ao balcão dos Correios; Possibilidade de iniciação do processo de abertura de conta com recolha de documentação, do processo físico envio físico e digital do processo ao iib e recebimento de cheques para depósito em conta de cliente iib: Lançamento (a cativo) até receção do cheque físico na agência sede do iib.

O programa United Nations Global Compact SDG Ambition 2023/24 já arrancou, com um fantástico conjunto de empresas que ao longo dos próximos meses vai definir objetivos empresariais ambiciosos e acelerar a integração dos 17 #ObjetivosdeDesenvolvimentoSustentável (ODS) na sua gestão e estratégia.

O SDG Ambition é um programa de 8️ passos que começa com a análise de maturidade e identificação de áreas prioritárias de #impacto e progride através da definição de objetivos ambiciosos, vias e ações para implementação, métricas e oportunidades inovadoras para a integração tecnológica e empresarial dos #ODS, terminando com um Plano de Ação completo e calendarizado.

A United Nations Global Compact Network Portugal dá as boas-vindas às empresas e aos Participantes deste ano, que ao longo dos próximos 6 meses trabalharão para trazer às suas organizações:

    • Maior alinhamento com os #ODS e uma estratégia de #sustentabilidade alinhada com as práticas e prioridades da empresa
    • Melhor desempenho, através da identificação de novas oportunidades, melhor gestão de risco e alinhamento com o mercado
    • Mais inovação
    • Maior resiliência

Descubra o percurso de sucesso do iib Cabo Verde de uma pequena subsidiária até se tornar numa das instituições bancárias de referência no arquipélago.

História

O international investment bank, S.A. iniciou a sua atividade no mercado cabo-verdiano em julho de 2010 como uma entidade subsidiária financeira integralmente detida pelo Novo Banco (NB). Em 2018, como parte da sua estratégia de aquisições, o iibGroup adquiriu 90% do capital do BICV, mantendo o NB como acionista de referência.

Um ano depois, ‘nasceu’ o iib Cabo Verde (iibCV) com objetivos muito claros: contribuir para o desenvolvimento do setor financeiro local, importando as melhores práticas da indústria para o país, a fim de competir não apenas a nível local, mas globalmente. Esta iniciativa foi vista como uma forma de retribuir à sociedade, trabalhando em estreita colaboração com as comunidades locais, capacitando-as e proporcionando melhores oportunidades, em linha com a filosofia do Grupo: “Transformar Vidas.”

Percurso e Reconhecimento

Em 2019, o iibCV era uma das instituições financeiras mais pequenas de Cabo Verde e apresentava prejuízos acumulados dos anos anteriores. Em 2020 reformulou a sua estrutura orgânica, posicionamento no mercado e modelo de negócios. Através de um modelo de governança aberto e participativo, os colaboradores do iib criaram o programa “6 meses / 6 causas” em plena pandemia da Covid-19, através do qual apoiaram iniciativas sociais importantes para a comunidade em parceria com instituições meritoriamente selecionadas. Em 2021, o iib formalizou a sua Política de Responsabilidade Social, realizando ações como campanhas de doação de sangue, eventos de Natal Solidário e concessão de bolsas de mérito para estudantes. Além disso, comprometeu-se a valorizar o seu Capital Humano com um programa intensivo de formação e estruturas de remuneração variável. Com uma nova gestão, altamente qualificada e experiente em diferentes mercados, o iibCV tornou-se uma organização mais dinâmica e ágil, passando a ser o terceiro maior banco por ativos, o mais solvente e com o menor rácio de incumprimento da sua carteira de crédito em 2021.

Em 2022, o iibCV registou um crescimento significativo do seu balanço, sem aumentar significativamente os ativos ponderados pelo risco, e melhorou expressivamente a sua rentabilidade. Os seus ativos cresceram 22,5%, ultrapassando os 333 milhões de euros, os recursos de clientes cresceram 20%, chegando a quase 162 milhões, e o capital próprio cresceu 25,3%, atingindo 20,3 milhões. Para 2023 espera-se que o banco continue a crescer e supere os resultados do ano anterior, alcançando o melhor desempenho histórico pelo terceiro ano consecutivo. Além dos resultados financeiros, o Banco Central de Cabo Verde (BCV) destacou que o iibCV não recebeu reclamações de consumidores financeiros em 2022, o que é motivo de orgulho para a equipa de gestão e para todos os que trabalham no banco. O iibCV tem presença física nas ilhas de Santiago, São Vicente e Sal, emprega cerca de 50 colaboradores e recebeu prémios e certificações pelo trabalho desenvolvido em Cabo Verde, incluindo a certificação como “Great Place to Work” pelo segundo ano consecutivo, os vários prémios atribuídos pela Bolsa de Valores de Cabo Verde pelo desempenho no mercado de capitais e a recente certificação, atribuída por uma entidade internacional independente, de conformidade com a norma ISO 31000:2018 Risk Management.

Absa Africa Financial Market Index 2023

Cabo Verde alcançou a 16ª posição no Índice de Mercados Financeiros Africanos da Absa, entre 28 nações africanas, marcando a primeira inclusão na história do país. O relatório destaca a emissão bem-sucedida da “iib Marine and Ocean-based Blue Bonds” pelo iibCV, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Joint SDG Fund. Esta emissão pública obteve uma procura equivalente a 150% da oferta, com mais de 20% das subscrições provenientes de não residentes, incluindo Angola, Uganda, Portugal, França, Luxemburgo, Itália, EUA e Suíça. O compromisso do iibCV com a inovação e a contribuição ativa para elevar a posição de Cabo Verde nos mercados financeiros globais é reconhecido neste relatório.

Compromisso com a Sociedade e Sustentabilidade

O iibCV trabalhou e continua a trabalhar com vários stakeholders, tendo estabelecido parcerias com instituições de ensino, hospitais e ONGs em Cabo Verde. No ano passado emitiu Obrigações Sociais em cooperação com as Aldeias Infantis SOS e, em 2023, emitiu as primeiras Obrigações Azuis em Cabo Verde (iib Marine and Ocean-Based Blue Bonds), destacando o compromisso com a valorização do Mar e dos Oceanos no país. Nos últimos três anos, os programas de responsabilidade social implementados pelo iibCV impactaram mais de 50 mil pessoas. Recentemente, o iibCV aderiu ao Pacto Global das Nações Unidas, uma plataforma voluntária para práticas empresariais responsáveis, alinhando as suas operações e estratégias com dez princípios universais nas áreas de direitos humanos, trabalho, ambiente e anticorrupção. O Pacto Global da ONU é a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo, com mais de 15.000 empresas e 3.800 signatários não empresariais de mais de 160 países e mais de 69 Redes Locais.

O iib foi certificado como um Great Place to Work® no Barém. Após a realização de um inquérito aos colegas, o iib obteve uma classificação extremamente elevada em todos os parâmetros, desde a cultura do local de trabalho à colaboração, desde a política de portas abertas ao trabalho de equipa e camaradagem.

iib classificado iib classificado a 100% nos seguintes domínios:

• Este é um local de trabalho fisicamente seguro.
• Aqui, as pessoas são tratadas de forma justa, independentemente do seu género.
• Tendo tudo em conta, diria que este é um ótimo local para trabalhar.
• Aqui, as pessoas são tratadas de forma justa, independentemente da sua idade.
• As pessoas celebram eventos especiais por cá.

Na ocasião, o Diretor Executivo Sohail Sultan afirmou: Estamos empenhados em continuar esta tendência extremamente positiva e em criar um ambiente exemplar para todos os nossos colegas. Gostaria de expressar o meu apreço e agradecimento pelas vossas contribuições. Vamos celebrar juntos esta conquista e continuar a defender os nossos valores à medida que avançamos. É uma honra liderar um grupo tão notável de pessoas.

iib felicita toda a equipa por este marco extraordinário.

Sobre o Great Place To Work
O Great Place To Work ® (www.greatplacetowork.me) é a autoridade global em culturas de local de trabalho de alta confiança e alto desempenho. Através de ferramentas de avaliação exclusivas, serviços de consultoria e programas de certificação, o Great Place To Work ® reconhece os Best Workplaces™ em todo o mundo numa série de listas nacionais, incluindo as publicadas pela revista Fortune (EUA) e nos principais meios de comunicação social do Médio Oriente. O Great Place To Work ® fornece as referências, a estrutura e a experiência necessárias para criar, manter e reconhecer culturas de local de trabalho excepcionais.

Com a emissão pública das Obrigações Azuis denominadas de iib Marine & Ocean-Based Blue Bonds, que teve lugar no passado mês de Janeiro durante o evento “THE OCEAN RACE MINDELO SUMMIT”, o Banco Internacional de Investimento (iib West Africa) em conjunto com a Bolsa de Valores de Cabo Verde, foram convidados pela Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA) a participar como oradores na IV Edição do Fórum BODIVA em Angola, com o objectivo de partilhar experiências no desenvolvimento do mercado de capitais e melhores práticas ESG.

À margem do Fórum, o iib e a BODIVA assinaram um Memorando de Entendimento que visa o desenvolvimento do mercado de capitais, a estruturação do desenvolvimento e a colocação de instrumentos financeiros, assegurando a sua adequação ao mercado.

Comprometeram-se ainda a assegurar contactos entre as duas instituições, dado o interesse mútuo no desenvolvimento do Capital Humano, através da partilha de conhecimentos e da promoção da educação e da literacia financeira.

“Trabalhando em parceria com o Governo permitir-nos-á satisfazer a necessidade de melhores infra-estruturas através do desenvolvimento estratégico.”

Sohail Sultan, CEO

Os iib Blue Bonds, denominados “iib Marine and Ocean-Based Blue Bonds”, cuja emissão foi anunciada no evento “THE OCEAN RACE MINDELO SUMMIT”, que contou com a participação de ilustres personalidades como o Secretário-Geral das Nações Unidas, Dr. António Guterres, o Primeiro-Ministro de Portugal, Dr. António Costa e o Primeiro-Ministro de Cabo Verde, Dr. Ulisses Correio e Silva constituem a primeira emissão desta natureza em Cabo Verde, representando um marco decisivo no processo de valorização do Mar e Oceanos do país.

A emissão destas obrigações visa viabilizar o desenvolvimento de projetos estruturantes na área da Economia Azul, bem como dedicar um mínimo de 50.000.000 CVE ao desenvolvimento e inclusão financeira no mesmo setor, viabilizada através de financiamento direto ou através da identificação e desenvolvimento de parcerias estratégicas inovadoras destinadas a apoiar o acesso ao crédito de pequena escala para indivíduos e pequenas empresas nos setores marítimo e pesqueiro sustentável.

O evento de lançamento, que teve lugar pelas 18h00 do passado dia 23 de janeiro de 2023, no porto do Mindelo, a bordo do navio alto OOSTERSCHELDE atracado, foi presidido pelo Vice-Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Dr. Olavo Correia, e contou com a presença pelos Ministros do Mar e Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Turismo, Transportes e Agricultura.